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26 NOV
14h50

14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro começa nesta quinta-feira (28)


14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro começa nesta quinta-feira (28)
A sétima arte será reverenciada em João Pessoa a partir da próxima quinta-feira (28), com a realização de um festival que já se consolidou como um dos principais do gênero no Nordeste: o 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. A programação do evento, que se encerra no dia 4 de dezembro, será compartilhada entre o Cinépolis Manaíra Shopping e o Hotel Aram Beach & Convention, com mostras competitivas de curtas e longas-metragens, sessões especiais, debates, oficinas e painéis em torno do fazer cinematográfico. O evento, totalmente gratuito, tem a chancela da UFPB e conta com patrocínio master da Energisa (Usina Cultural), da Cagepa e co-patrocinio do Armazém Paraíba – via Lei Federal de Incentivos, do Ministério da Cidadania.
 
A abertura do Fest Aruanda será nesta quinta (28), a partir das 18h, no Cinépolis Manaíra Shopping, com o lançamento do livro “Mr. Babenco: solilóquio a dois sem um”, de Bárbara Paz, e do Correio das Artes, suplemento do jornal A União sobre o festival. Às 19h30, haverá a Sessão Cine Memória Walfredo Rodriguez, o Primeiro Cineasta Paraibano, com exibição de “Carnaval PB e PE (1923), “Sob o Céo Nordestino” (1929) e “Jogando no Palestra Itália” (1929) – um compacto editado por José Maria Pereira Lopes (TV Cultura/SP). Logo depois, haverá um concerto de homenagem ao cinema paraibano e ao maestro Pedro Santos, com o Sexteto Brassil (Departamento de Música da UFPB), que tocará trilhas sonoras de alguns filmes brasileiros.
 
Após a saudação da reitora da UFPB, Margareth Diniz, o evento terá uma solenidade de homenagens a José Bezerra Filho (escritor e produtor), Marcus Vilar (cineasta) e Ingrid Trigueiro (atriz). Às 20h15, serão exibidos os filmes de abertura: “A volta para casa”, curta-metragem de Diego Freitas, e “Babenco – Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, de Bárbara Paz – ao final da sessão, haverá um bate-papo com a diretora.
 
A partir da sexta-feira (29), começam os debates e painéis, sempre a partir das 9h, no Hotel Aram e na Sala Vladimir Carvalho (Usina Cultural). Participam desses encontros nomes como Luiz Carlos Barreto (Barretão), Vladimir Carvalho, Fernando Morais, Emília Silveira, Cesar Piva, Fernando Trevas, Maria do Rosário Caetano, Flávio Bauraqui, Luísa Lusvarghi, Ana Bárbara, Patrícia de Aquino, Vânia Perazzo, Ana Isaura, Cristiane Fragoso, Virgínia de Oliveira Silva, Glorinha Gadelha, Thiago Mattar, Jotabê Medeiros e Silvio Osias, entre outros. 
 
Cem Anos – Na sua décima quarta edição, o Fest Aruanda festeja o centenário do cinema paraibano, cujo marco são as primeiras atividades cinematográficas realizadas na Paraíba, em 1919, pelo cineasta Walfredo Rodriguez. Para celebrar o pioneirismo desse documentarista, o festival instituiu o Troféu Walfredo Rodriguez, para personalidades que contribuíram para a história do cinema paraibano. Dois homenageados do evento receberão esse troféu: o escritor e produtor José Bezerra Filho e o ator, cordelista e artista plástico W. J. Solha, pela produção do filme “O salário da morte” (1972), primeiro longa-metragem de ficção rodado em 35 milímetros na Paraíba. 
 
Outras personalidades que serão homenageadas pelo Fest Aruanda, além das já citadas, são: a idealizadora e diretora-geral do Cineport, Mônica Botelho; João Batista de Andrade, cineasta, diretor e produtor de cinema e televisão; Luiz Carlos Barreto (Barretão), fotógrafo e diretor de cinema; Sivuca, cantor, multi-instrumentista, maestro, arranjador, compositor e orquestrador, autor de várias trilhas sonoras para o cinema (in memorian); Lucy Barreto, produtora de cinema; Flávio Bauraqui, cantor e ator; e Fábio Barreto, cineasta, ator, produtor e roteirista (in memorian).
 
Mostras – As entradas para as mostras e sessões especiais do 14º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro são gratuitas, e devem ser retiradas com a organização do festival uma hora antes das exibições, no hall do Cinépolis Manaíra ShoppingMostra Competitiva Nacional de Longas-Metragens
 
“Indianara”, de Aude Chevalier-Beaumel e Marcelo Barbosa (documentário, Rio de Janeiro)  “Barretão”, de Marcelo Santiago (documentário, Rio de Janeiro)  “Desvio”, de Arthur Lins (ficção, Paraíba)  “Partida”, de Caco Ciocler (documentário, São Paulo)  “Pacificado”, de Paxton Winters (ficção, Brasil-EUA) 
 
Mostra Competitiva Nacional de Curtas-Metragens
 
“Nadir”, de Fábio Rogério (documentário, SE) “Um”, de Daniel Kfouri e João Castellano (documentário, SP)  “Apenas o que você precisa saber sobre mim”, de Maria Augusta V. Nunes (ficção, SC) “Travelling adiante”, de Lucio Branco (documentário, RJ) “No oco do tempo”, de Antonio Fargoni (ficção, PB) “Nervo”, de Pedro Jorge e Sabrina Maróstica (ficção, SP) “Nuvem negra”, de Flávio Andrade (ficção, PE) “Quitéria”, de Tiago A. Neves (ficção, PB) “Balão azul”, de Alice Gomes (ficção, RJ)
 
Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Paraibanos
 
Mostra Sob o Céu Nordestino
 
Serviço
 
14° Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro 
 
Mostras competitivas, sessões especiais, lançamentos de livros e revistas – Cinépolis Manaíra Shopping, de 28/11 a 04/12, a partir das 14h
 
Oficinas, painéis e debates – Hotel Aram Beach & Convention e Sala Vladimir Carvalho, na Usina Cultural Energisa, de 26/11 a 05/12, a partir das 9h
 
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“De longe, ninguém vê o presidente”, de Rená Tardin (documentário, RJ) 
“Um café e quatro segundos”, de Cristiano Requião (ficção, SP)
“Brasil, Cuba”, de Bertrand Lira e Arturo De la Garza (documentárioi, PB)
“Gravidade”, de Amir Admoni (animação, SP)
“O grande amor de um lobo”, de  Adrianderson Barbosa e Kennel Rogis (documentário, RN)
“Seiva”, de Ramon Batista – Ficção (Nazarezinho)
“Bolha”, de Odécio Antônio e Taciano Valério – Ficção (João Pessoa)
“Faixa de Gaza”, de Lúcio César Fernandes – Ficção (João Pessoa)
“DNA-M Deus não acredita em máquinas”, de Ely Marques – Ficção (João Pessoa)
“Fim”, de Anna Diniz – Ficção (João Pessoa)
“Costureiras”, de Mailsa Passos, Rita Ribes e Virgínia de O. Silva – Documentário (João Pessoa, Coremas, São João do Cariri e Rio de Janeiro)
“Quitéria”, de Tiago A. Neves – Ficção (Campina Grande)
“Brasil, Cuba”, de Bertrand Lira e Arturo de la Garza – Documentário (João Pessoa)
“No Oco do Tempo”, de Antonio Fargoni – Ficção (Cabeceiras)
“Currais”, de David Aguiar e Sabina Colares (CE)
“Jackson – Na batida do pandeiro”, de Marcus Vilar/Cacá Teixeira (PB)
“O que os olhos não veem”, de Vania Perazzo (PB)
“Giocondo Dias, Ilustre Clandestino”, de Vladimir Carvalho (DF)
“Frei Damião, o santo do Nordeste”, de Debby Brennand (PE)
“Soldados da borracha”, de Wolney Oliveira (CE)
 

Postado às 14h, por Cândido Nóbrega


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