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Prostitutas passam a aceitar cartões para pagamento de programas

Depois de investir em capacitação com aulas de idiomas, profissionais do sexo mais uma vez buscam aprimorar o atendimento aos clientes em Minas Gerais. A partir de agora, algumas prostitutas também receberão pelos programas por meio de cartões de crédito e débito. A novidade, segundo a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira, somente foi possível graças a uma parceria com a Caixa Econômica Federal. “Foi o primeiro banco a reconhecer a nossa profissão, sem preconceito”, pontua.

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Prestadores de serviços da OI de todo o estado se reúnem em JP e fortalecem greve

Os mais de 600 funcionários da ARM, empresa prestadora de serviços da operadora OI na Paraíba, continuam de braços cruzados e a greve, iniciada ontem, será reforçada com a chegada à Capital, de profissionais vindos das cidades de Guarabira e Campina Grande. Todos permanecerão concentrados nos portões das empresas no bairro de José Américo e em Cabedelo.

Segundo a presidente do do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do Estado da Paraíba, Luzenira Linhares, a paralisação recebeu a adesão de 95% da categoria, gerando a instalação e manutenção de linhas e aparelhos telefônicos da Oi nas cidades de João Pessoa, Cabedelo, Guarabira, Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras.  

"A empresa fez contato com o Sinttel  durante o dia de ontem e agendamos uma nova reunião para esta manhã, quando esperamos que as reivindicações justas e legítimas dos trabalhadores sejam atendidas, de reposição de perdas salariais e cumprimento de data base a partir de 1º de agosto passado . Caso isso não ocorra, todos continuam firmes de continuar o movimento paredista", afirmou.

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Depois do ‘Outubro Rosa’, que alertou a mulher sobre o câncer de mama, agora é a vez do ‘Novembro Azul’, uma campanha que chama a atenção dos homens para os riscos do câncer de próstata. Em João Pessoa, o Governo do Estado oferece atendimento especializado com cirurgia no Hospital General Edson Ramalho. De acordo com o urologista Rafael Rebouças, na Paraíba, desde 2010, a laparoscopia é utilizada no tratamento do câncer de próstata e a unidade de saúde realiza, rotineiramente, o... Leia mais


Depois do "Mais Médicos", vem aí o programa "Mais Engenheiros"

Sob a inspiração do tema “O Brasil enfrenta escassez de engenheiros?”, o Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada,  órgão do ministério do Planejamento, promove às 14h00 desta terça-feira, debate através de  videoconferência com especialistas de Brasília, SP, Minas, Mogi das Cruzes e Califórnia.  O governo alimenta-se de informações e dados e prenuncia um programa do tipo “Mais Engenheiros”.

O objetivo seria solucionar um dos problemas que atravancam o andamento de obras e o repasse de verba federal para municípios, que é a falta nas prefeituras de especialistas dispostos a trabalhar na elaboração de projetos básico e executivo, fundamentais para que a cidade possa receber recursos da União.

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Apenas gravidade do crime não justifica prisão preventiva, decide STF

A gravidade do crime, bem como a existência de fortes indícios de materialidade e de autoria, por si só, não afastam a necessidade de se fundamentar a prisão preventiva. Com base nesse entendimento, o ministro Dias Toffoli, da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal, concedeu Habeas Corpus a um acusado de tráfico de drogas sintéticas, em Santos (SP), e ratificou decisão do juiz que lhe concedera liberdade provisória.

“O ato constritivo não indicou elementos concretos e individualizados, aptos a demonstrar a necessidade da manutenção da custódia cautelar do ora paciente. (...) Destaco que as considerações a respeito da gravidade em abstrata do delito não dão azo (motivo) à manutenção da segregação nem lhe servem de justificativa”, destacou o ministro Toffoli.

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A instalação e manutenção de linhas e aparelhos telefônicos da Oi em toda a Paraíba está comprometida a partir desta segunda-feira, com a paralisação por tempo indeterminado deflagrada pelos funcionários da ARM, maior empresa prestadora de serviços da operadora, que atua em todo o País. A decisão se deu após os trabalhadores de João Pessoa, Cabedelo, Campina Grande, Guarabira e Patos rejeitarem a proposta apreentada pela empresa, de um reajuste inferior  ao INPC, que elevaria o piso salarial de  R$ 684,00 para apenas R$ 700,00, a partir deste mês.

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