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Márcio Roberto Jr.

Graduado em direito pela faculdade de direito da UFPB, CCJ, Campus I, advogado, especialista em Processo Civil pela Universidade Cândido Mendes/ RJ, Assistente Jurídico do gabinete do Des. Joás Filho, TJPB


20 MAR
11h35

Madalena Abrantes defende união das mulheres contra o machismo


Madalena Abrantes defende união das mulheres contra o machismo

A subdefensora pública-geral da Paraíba, Madalena Abrantes, prestigiou a sessão especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher (8 de Março), realizada na última quinta-feira (14) pela Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), atendendo propositura da deputada estadual Camila Toscano (PSDB), que preside a Comissão de Direitos da Mulher do Legislativo paraibano.

Madalena destacou a iniciativa da Assembleia e defendeu que as mulheres se unam cada vez mais para que possam enfrentar e combater o machismo, as discriminações e o preconceito que têm contribuído para elevar as estatísticas de violência doméstica e de feminicídio na Paraíba e no Brasil.

De acordo com a subdefensora pública-geral da Paraíba, a sociedade, de um modo geral, precisa se rebelar contra as atitudes de homens que espancam, agridem, violentam, estupram e matam mulheres covardemente, sem chances de defesa, como tem sido registrado cada vez mais pelos veículos de comunicação.

Para Madalena Abrantes, as mulheres têm conquistado seus espaços na sociedade, mas ainda são discriminadas em todos os aspectos. “São vítimas indefesas de quem deveria protegê-las: maridos, namorados, irmãos e até pais inescrupulosos”, frisou.

 A sociedade brasileira, segundo Madalena Abrantes, precisa dar um basta na violência contra as mulheres. “Nossos representantes no Parlamento Federal e nas Assembleias Legislativas e Câmaras Municipais precisam propor e aprovar leis mais severas para evitar que os homens continuem espancando, violentando e assassinando mulheres”, disse.

E acrescentou Madalena: “Não somos objetos e exigimos respeito. Basta de tanta violência”. Para ela, o Dia Internacional da Mulher deveria ser uma data festiva, de comemorações de vitórias e conquistas femininas, “mas, lamentavelmente, tem se tornado, nos últimos anos, uma data de lamentações em função do aumento da tirania masculina contra as mulheres no Brasil, especialmente no Estado da Paraíba”.

 
 
 

Postado às 11h, por Márcio Roberto Jr.


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