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Oficiais de Justiça mostram arte, pensamento e sensibilidade no projeto Justiça e Cultura do TJPB

Oficiais de Justiça mostram arte, pensamento e sensibilidade no projeto Justiça e Cultura do TJPB

A Justiça paraibana mostrou que toga e sensibilidade caminham juntas quando Oficiais de Justiça subiram ao centro do palco e revelaram talentos que extrapolam o cumprimento de mandados. No início do recesso do Judiciário, o Projeto Justiça e Cultura abriu espaço para histórias pessoais, arte e pensamento crítico, com protagonismo de servidores que traduzem o lado humano do sistema de Justiça, entre eles Jeovan Cordeiro e Marconi Holanda.

Oficial de Justiça e músico, Jeovan levou ao auditório do Fórum Cível de João Pessoa composições autorais e arranjos próprios, lembrando que a função não se limita às ruas e aos processos. Sua apresentação reforçou a dimensão sensível do servidor público e evidenciou como a cultura também é instrumento de escuta, empatia e aproximação com a sociedade.

Reflexão

Já Marconi Holanda apresentou duas obras visuais registradas em cartório, entre elas seu Trabalho de Conclusão de Curso em Psicologia, “O homem e suas vicissitudes e/ou nuances”, além da Oração do Psicólogo, criada em 1994. As peças convidam à reflexão sobre a mente humana e o cuidado com o outro. Engajado, Marconi também destacou sua atuação na causa e defesa animal e o desejo de criar uma fundação voltada à proteção de animais e apoio a pessoas em situação de rua.

A abertura do projeto, realizada sexta-feira no Fórum Cível da Capital, reuniu música, poesia, artes visuais e humor, dentro da programação idealizada pela Comissão de Cultura e Memória do Tribunal de Justiça da Paraíba. O presidente do Tribunal, Fred Coutinho, e o presidente da Comissão, Onaldo Rocha de Queiroga, destacaram a proposta de integração e valorização dos talentos do Judiciário. Em 2026, o Justiça e Cultura seguirá para comarcas do interior, ampliando o diálogo entre Justiça, arte e comunidade.

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