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Do circo à hotelaria: conheça a  trajetória de Diego Santos, o gerente geral do Tauá João Pessoa

Do circo à hotelaria: conheça a  trajetória de Diego Santos, o gerente geral do Tauá João Pessoa

Diego Santos não seguiu um caminho tradicional de carreira na hotelaria. Natural de Belo Horizonte (MG), iniciou no mercado no circo, ainda na adolescência, e construiu uma trajetória profissional marcada pela arte e pela circulação em festivais e projetos culturais. Foi nesse contexto que surgiu o primeiro contato com o Grupo Tauá, em uma iniciativa que levou experiências circenses ao ambiente corporativo dentro dos resorts. 

Revisitando sua trajetória, Diego conta como foi o processo até se tornar o gerente geral do Tauá João Pessoa, equipamento que será inaugurado no próximo dia 25 de março. Cada passo em sua trajetória no grupo foi marcado por muito trabalho e dedicação, segundo ele. “É uma trajetória construída ao longo do tempo. Comecei como recreador e fui assumindo responsabilidades maiores, sempre com preparação e dedicação”, lembra.

Cheio de expectativas no Grupo Tauá e também no mercado do turismo brasileiro, o Tauá João Pessoa buscou em Diego um olhar profissional, disciplinado, dedicado – e alegre e leve, ao mesmo tempo.  

Na entrevista que segue, ele revisita esse percurso e os movimentos que o conduziram à liderança.

Você começou sua carreira no circo. Como aconteceu a transição para a hotelaria?Comecei muito jovem, aos 14 anos, com aulas de circo em Belo Horizonte, e me profissionalizei na área. Participei de festivais e criamos um grupo que levava espetáculos e oficinas para teatros, shoppings e hotéis. Em um desses projetos, desenvolvemos o “Circo Empresarial” dentro do Tauá, com experiências voltadas para empresas. A partir daí, comecei a atuar como recreador freelancer no resort e, por volta de 2010, entrei para os Taualegres (equipe de recreação e entretenimento do Tauá). Naquele momento, ainda mantinha o foco na arte circense, mas me identifiquei com o propósito da empresa e em 2018, recebi o convite para assumir a gerência de lazer no Grande Hotel Termas de Araxá e decidi migrar de vez para a hotelaria.

Como foi essa evolução dentro da rede até chegar à gerência geral?Depois de Araxá, tive uma breve passagem pela unidade em Caeté, segui para Alexânia como gerente de lazer e, posteriormente, assumi a gerência operacional. Em seguida, cheguei à gerência geral em Caeté e agora estou à frente da unidade de João Pessoa. É uma trajetória construída ao longo do tempo. Comecei como recreador e fui assumindo responsabilidades maiores, sempre com preparação e dedicação.

O que se pode esperar da unidade do Tauá João Pessoa, que promete iniciar um novo capítulo no turismo da cidade? Qual a expectativa de quem está trabalhando aqui no resort?A expectativa começou antes mesmo da estrutura ficar pronta. Existe um desejo antigo do Grupo Tauá de levar a hospitalidade mineira para o litoral. João Pessoa surgiu como uma combinação ideal de uma cidade valorizada, uma cidade excelente, com forte potencial turístico e aqui em João Pessoa estamos com a oportunidade de colocar o melhor do Tauá à disposição dos nossos futuros hóspedes. Aqui reunimos aprendizados de outras unidades. Trouxemos o que funcionou melhor e ajustamos o que precisava evoluir. O resultado é uma estrutura completa, com centro de eventos, teatro, áreas segmentadas para diferentes faixas etárias, principalmente para crianças com a Divertópolis, e um spa com diversas experiências, incluindo haloterapia (terapia alternativa que ajuda no tratamento de problemas respiratórios por meio da inalação de micropartículas de sal). E a beleza de João Pessoa, não tem o que falar ainda. É um lugar muito privilegiado e nossa expectativa é de um crescimento muito rápido, não só pela popularidade que a cidade vem alcançando, mas por toda a estrutura do Tauá João Pessoa, que é enorme.

Quais são os principais desafios da implantação da unidade do Tauá João Pessoa?
O primeiro desafio é o entendimento do turismo de praia, que ainda não faz parte da origem da rede. Por isso, formamos uma equipe híbrida, com lideranças internas e profissionais experientes em resorts de litoral. Outro ponto é a escala da operação. Abrir com tantos apartamentos exige precisão. Ao mesmo tempo, contamos com processos já consolidados ao longo de 40 anos de experiência, o que traz segurança para receber as pessoas e mostrar nosso trabalho.

Como vocês pretendem integrar a cultura local à experiência do Tauá, ao jeito mineiro de acolher?Vamos trabalhar com três vertentes. A primeira é manter a essência da rede, com sua identidade e personagens, onde não podemos deixar de lado nossa hospitalidade, nossa forma de ser, que está na nossa cultura, a essência do DNA do Grupo Tauá. A segunda é aproximar os espaços infantis, fazer com que as crianças se sintam alegres aqui, principalmente com os Taualegres, com o restaurante infantil, que é todo decorado de forma temática e a terceira vertente é o encontro dessas duas culturas. Há semelhanças entre a cultura do Grupo Tauá e Paraíba, principalmente na valorização das raízes culturais e da culinária. Essa combinação orienta toda a experiência.

Do ponto de vista pessoal, como você encara essa responsabilidade, você que está a 15 anos no Grupo Tauá?É um desafio que encaro com satisfação. Existe gratidão pela oportunidade, porque não é comum alguém sair da recreação e chegar à gerência geral. Há o meu trabalho, o quanto me dediquei e a oportunidade que o Grupo Tauá me deu, que valorizei para concretizar meus objetivos.   Também houve preparo. Quando me tornei gerente de lazer, estabeleci como meta chegar à gerência geral em cinco anos, e isso se concretizou, estar aqui na Paraíba é fruto desta  dedicação. Agora, a responsabilidade aumenta, com uma operação duas vezes maior em número de emocionadores (termo utilizado para todos os colaboradores, com a missão de tocar o coração dos hóspedes) e mais que o dobro de quartos que a unidade de Caetés, mas é um bom desafio. Fui muito bem recebido pela cidade, me adaptei facilmente, tem uma beleza natural impressionante, tenho certeza que será muito bom.

De que forma sua experiência no circo influencia sua gestão?O circo foi a base da minha formação em liderança. Ele exige colaboração, disciplina e capacidade de lidar com o público. Também me formei em Hotelaria, cujo princípio é semelhante: proporcionar experiências. No Tauá, nosso propósito é fazer pessoas felizes. Isso passa pelo serviço, pelo acolhimento e pela forma como a equipe se relaciona com os hóspedes.

Como está estruturada a equipe do Tauá João Pessoa?A operação conta com um gerente geral, um gerente operacional e cerca de 18 gerentes de área, incluindo spa, alimentos e bebidas, financeiro e recursos humanos. Na inauguração, na semana que vem, estaremos com aproximadamente 780 colaboradores, que são prioritariamente locais. A rede também prioriza o desenvolvimento interno, então há espaço para crescimento profissional ao longo do tempo.

Que mensagem você deixa para os futuros hóspedes?Para quem já conhece o Tauá, a proposta é manter o padrão de experiência, com consistência. Para quem ainda não conhece, fica o convite para vivenciar nossa cultura. Nosso diferencial está nas pessoas e na forma de receber. Estamos trazendo essa essência para João Pessoa, com uma estrutura pensada para acolher diferentes perfis de público.

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