O livro “Reforma Tributária – impacto nas obras públicas e o novo BDI” traduz com precisão cirúrgica a urgência de repactuar a engenharia de preços do Estado país.
Como jornalista e pós-graduado em gestão pública, acredito que informação de qualidade começa por conhecimento. Por isso, tenho me dedicado a compreender de perto o IVA dual e a nova matriz orçamentária, seus efeitos práticos e as mudanças que chegarão ao dia a dia a partir de 1º de janeiro de 2027.
Estudar temas complexos também faz parte do meu compromisso profissional de entender primeiro, para depois traduzir em informação clara, precisa e útil para quem me acompanha.
O IVA dual resulta na extinção do PIS, Cofins, ICMS e ISS, que serão fundidos em dois: uma Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS que substitui PIS, Cofins), administrada pelo governo federal, e um Imposto sobre Bens e Serviços (IBS que substitui ICMS e ISS em escala até 2033), que tem competência compartilhada entre Estados, Municípios e DF.
Exemplar autografado
Li o exemplar que recebi semana passada em Brasília das mãos do coautor e auditor de controle externo do Tribunal de Contas e professor André Baeta, ao lado de Rafael Jardim, Igo Guarino, Sandra Echeverria e Alesi Mendes, com prefácio do ministro Benjamin Zymller do TCU e parabenizo a todos pela obra.
A Reforma Tributária inaugura um período de aprendizado, ajustes e amadurecimento institucional. Este livro oferece bases técnicas seguras para compreender esse novo cenário e enfrentar, com maior clareza e racionalidade, os desafios que alcançarão a contratação, a execução, a fiscalização e o reequilíbrio dos contratos de obras públicas.
Cândido Nóbrega