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Reserva de Cajazeiras continua com obras paradas, prejuízo acumulado e futuro incerto

Reserva de Cajazeiras continua com obras paradas, prejuízo acumulado e futuro incerto

Lançado há quase três anos, o primeiro condomínio fechado da cidade de Cajazeiras, alcançou rápida comercialização de grande parte dos 250 lotes distribuídos em uma área de 22 hectares. As obras do primeiro empreendimento de alto padrão na região, estão paralisadas há meses e se encontra sem licença da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema).

A paralisação se deu desde o ano passado, quando o empresário César Jacinto, proprietário da A&C Empreendimentos, responsável pelo empreendimento e por diversos projetos imobiliários em João Pessoa e Caruaru, foragido da Justiça sob acusação de estelionato e golpes imobiliários milionários na Paraíba e em Pernambuco, foi encontrado morto num hotel em São Paulo.

Parte da área de lazer havia sido concluída e outras estruturas estavam em execução, incluindo portaria e equipamentos iniciais do condomínio. Muitos imóveis vendidos na planta, no entanto, permanecem inacabados e sem infraestrutura básica, como rede de energia elétrica, água encanada e sistema de esgotamento sanitário.

Na mira do MP

O empreendimento, localizado às margens da BR-230, próximo à Escola Técnica Estadual e ao Sest Senat, é investigado em Inquérito Civil Público instaurado pelo Ministério Público Estadual por suspeita de ser um loteamento clandestino ou irregular.

Com a paralisação das obras e o sumiço dos recursos captados pela construtora, alguns dos investidores e compradores que enfrentam um prejuízo milionário criaram a Associação de Adquirentes do Condomínio Fechado Reserva de Cajazeiras para avaliar a viabilidade de assumir a conclusão da obra por conta própria.

Cândido Nóbrega

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