No caso da Ponte do Futuro, com saldo de um morto e dois feridos, a semana termina sem que se saiba se foi ou será instaurado procedimento para verificar a habilitação técnica dos profissionais responsáveis, analisar as ARTs ou apurar eventual falha de execução, projeto ou responsabilidade profissional.
Também é desconhecida eventual apuração envolvendo a corretora de imóveis pessoa física denunciada publicamente, de inicial R., cujo nome completo e número de registro profissional acima de 10.000 circula, inclusive, em grupos de WhatsApp de corretores.
Após denúncia da Vigilância Sanitária, um suspeito foi preso acusado de emitir alvarás e licenças sanitárias falsas para diversos estabelecimentos na capital, incluindo dois consultórios odontológicos nos bairros de Brisamar e Cruz das Armas.
O benefício da dúvida quanto à condição do acusado, de inicial M., como contador regularmente registrado permanece. Paralelamente, seu nome e sobrenome continuam circulando em grupos de WhatsApp de profissionais, acompanhado da informação de que seria despachante e que já atuaria há algum tempo no mercado.
Fatos marcaram a semana em João Pessoa
Os três casos envolvem, ARTs, eventual falha de execução, projeto ou responsabilidade profissional, responsabilidade técnica, registros, fiscalização do exercício ilegal da profissão e providências efetivas, transparentes (e raríssimas) contra maus profissionais.
O que já foi apurado e o que continua sem explicação?
São muitas as perguntas que não querem calar, até agora sem respostas concretas e transparentes por parte dos respectivos conselhos profissionais.
Cândido Nóbrega